Lisboa, uma bela cidade cheia de história.


Indo para Espanha, dei uma parada em Lisboa com os Amigos Álvaro e Carla. Conhecemos rapidamente a capital lusitana. Gostei muito da cidade!
Esse é imperdível! Pastel de Belém ‘original’, com quase 200 anos de tradição, rapaz que delícia! Procurei lá também um pastel de carne de sol na nata, mas não encontrei.

Praça do Comércio, que tem esse nome mas sem nenhum camelô por perto.
Ao fundo o Arco da entrada da Rua Augusta. Dizem que está rua a noite vira um inferninho, ou será que estou confundindo?
Patrimônio Cultural da Humanidade, essa é a Torre de Belém. Só pra não confundir, não tem nada a ver com capital do estado do Pará, norte do Brasil.
Castelo de São Jorge. De lá se tem um vista linda da cidade e do Rio Tejo.
Com um canhão desse tamanho, o santo era meio ‘brabo’ néra?
Essa obra prima da arquitetura Manuelina que combina o Gótico com o Renascentista é o Mosteiro dos Jerônimos, que além de pertencer a essa quantidade imensa de pessoas chamadas Jerônimos, também é um Patrimônio Cultural da Humanidade.
Ao fundo sobre o Rio Tejo, a suntuosa Ponte 25 de Abril, muito parecida com a Golden Gate de São Francisco, não acham? E com um esforçozinho, também com a Ponte Nilton Navarro em Natal/RN.

Lisboa tem cerca de 63 maravilhosos jardins. Esse é um deles, o Jardim da Fundação Calouste Gulbenkian. Fiquei tão lindo combinando com esse jardim que vou sugerir colocar uma estátua minha lá. O que acham?


Shopping Vasco da Gama, nem entrei pra não dar o cabimento. Só entraria se fosse o Shopping Flamengo.
Na Alameda dos Oceanos, próximo ao Oceanário de Lisboa, encontrei essa Laje em concreto armado bi apoiada, simplesmente fantástica. Coisa de engenheiro. Mas tinha coisa melhor pra ver.
A primeira vez que vi um Smart na vida, pensei que era de brinquedo. Mas seria um brinquedinho meio caro né?
Na faixa de estacionamento, o ‘brinquedinho’ leva uma vantagem danada. Tô pensando em comprar um pra Adriana, pra ver se os pilares da nossa garagem sofrem menos.




San Carlo de Bariloche com muita neve é imperdível!

Há exatos 03 anos, viajamos em 04 casais para Argentina, eu e Adriana, Gil e Anninha, Moá e Aninha e Iury e Sheila. Vivemos ótimos e frios dias em Bariloche. Curtimos muito os bons restaurantes da cidade e as estações de esqui ‘Cerro Catedral’ e ‘Piedras Blancas’. Vamos relembrar...
Na nossa primeira noite jantamos na Familia Weiss, na Calle Palacios y O´Connor – 8400 em frente à Catedral de Bariloche. Esse restaurante é excelente com um cardápio riquíssimo. Lá pode-se provar carnes exóticas e locais como truta, javali, cervo, veado e cordeiro patagônico. Na foto, e depois de postada aqui no blog, Aninha, Adriana, Anninha e Sheila foram chamadas ao Ibama para dar esclarecimentos sobre os casacos de couro que vão de encontro a preservação da fauna, mas explicaram que era couro de pele humana de argentinos, aí foram perdoadas na hora.
A macharada reunida para a foto. Repararam que muitas vezes os homens tiram as fotos separadas das mulheres? Neste caso elas não queriam que estragássemos o “look” delas. Olha Gil com esse pano cheio de vick vaporub no pescoço, Moá de luto pela morte de Evita Perón, eu com a camisa do América por baixo e com sorriso da Monalisa e Iury com cara de raiva dos argentinos e cachecol do Alecrim Futebol Clube. Acho que elas têm razão.
Essa entrada é a deliciosa ‘Tabua de Haumados’ com sabores incríveis de defumados e pastas. Todos os pratos são baratíssimos e bem servidos, o ambiente é lindo, bem decorado e super aconchegante. Ao final do jantar voltamos caminhando para o hotel com as devidas braguilhas abertas.
Outro dia jantamos um churrasco no restaurante ‘El Boliche de Alberto’, La parrilla mas antigua de La ciudad. Comemos excelentes carnes argentinas, mas não consegui jogar boliche lá.
Aluguel de roupas para o dia seguinte nas estações de esqui. Essa alegria de Iury foi que depois de provar 98 roupas diferentes, cada uma das meninas conseguiu se decidir por uma. Inclusive todas as atendentes da loja pediram demissão nesse dia.
Café da manhã na Hosteria Sur, local muito simples, mas uma excelente opção de hospedagem. Super barato, bem aconchegante e ótima localização. Anninha não gostou muito do pão argentino, olhou pra esse pão com uma cara de desprezo maior do mundo, e Gil toma café assim mesmo, sonâmbulo e antes de acordar.
Cerro Catedral é uma estação de esqui fantástica, é maravilhoso passar o dia aí. Encontramos barzinhos, casas de chá e chocolate quente, lojas, shopping Center e até igreja. Lá você tem diversas opções de lazer como fazer trilha em quadriciclo, aula de esqui, snowboard, caminhada na neve, bicicleta etc.
 Ao fundo o lindo Lago Nahuel Huape com até 450m de profundidade, e a frente o modelo.
Eu juro que tento gostar dos argentinos, mas veja como esse artista de Bariloche me desenhou... Você já foi chamado de gay dessa forma?
Visitamos o Casino de Bariloche, ao sair Iury ficou ‘meio assim’ depois de perder todo dinheiro da viagem que estava começando.
Belíssima vista da estação de Esqui Piedras Blancas. Essa estação é incrível, viramos criança brincando lá. A traquinagem comeu no centro.
Adriana, eu e o legítimo boneco de neve ao fundo.
 Eu e Adriana descendo na pista de gelo com os trenós. Até então sorrindo antes de nos estabacar lá em baixo.
Rapaz, virei menino nessa pista, é bom demais descer montanha abaixo nessa velocidade. Levei cada tombo, mas subi novamente o teleférico várias vezes pra repetir a dose. Quando chegamos à noite no hotel, fui lembrado que não tinha mais quinze anos de idade, e o ‘gelol’ comeu no centro.
 Eu e Aninha na disputa, perdi todas, inclusive nas gargalhadas.
 No nosso último dia em Bariloche fomos coroados com uma nevasca muito intensa, e fizemos o passeio Circuito Chico que nos proporcionou lindas cenas com neve. O problema era descer do carro para tirar as fotos, assim muitos visuais ficaram só na memória. Ô frio arretado!
Depois de subir o teleférico do Cerro Campanário, donde se tem uma das dez vista mais lindas do mundo, segundo a National Geografic, sentimos um dos piores frios de nossas vidas. Não se via nada além do branco, mas o pior foi quando recebemos essas capas para não congelar, e sentimos o odor delas, um casal de gambá tinha usado antes da gente.






JUARA - MATO GROSSO - Riqueza brasileira

Estive em Julho de 2011 na cidade de Juara no Mato Grosso ministrando um Seminário Empretec, e me deparei com uma cidade bem interessante. É um pequeno município ao norte de MT com 32 mil habitantes e 1,5 milhões de cabeças de gado, isso mesmo, é o município do Brasil onde tem o maior rebanho bovino. Banhado pelo Rio Arinos, Juara tem clima quente e úmido.
Uma aventura foi a ida até lá. Parti de Cuiabá num vôo da Trip de 50 minutos para Sinop, daí fui de carro 300Km até Juara, mas desses 300Km, 200 deles são em estrada de barro, pasmem, mas andei 200Km numa BR sem pavimento. Embora eu entenda que com tão poucos impostos pagos pelos brasileiros, não tem como sobrar dinheiro para asfaltar estradas, uma vez que esse dinheiro destina-se a coisas mais importantes como sustentar alguns privilegiados.
Vixe, que revolta né? Então vamos as fotos que é melhor...
A Igreja Matriz tem a arquitetura bem interessante com imenso salão sem nenhum pilar. Sua cúpula superior é formada por vitrais que a noite são iluminados e embelezam seu interior. Aproveitei esse dia para entrar na Igreja e pedir perdão pelos meus pecados, fiquei uns 15 minutos tentando lembrar algum e não consegui... acho que estou no rumo da canonização.
Este foi o hotel onde me hospedei. Excelente relação custo/benefício. Bom café da manhã, bons quartos, com split, TV a cabo, internet wifi, cama Box, chuveiro com água quente e forte, duchinha higiênica de lavar boga, e um auditório excelente onde ministramos o seminário. Isso tudo com uma diária de R$60,00. Indico.

Aquele modelo de azul compondo a foto é o amigo e companheiro de trabalho, Alsemir, conhecido também como Alse... No início fiquei preocupado com esse apelido, mas depois vi que não tem nada a ver com o animal chifrudo, era só uma contração do seu nome.
Eu, Alsemir e Fernando que nos recepcionou em Juara com uma hospitalidade incrível. Fernando nos levou para conhecer esse excelente restaurante a beira do Rio Arinos, chamado “Ilha do Netinho”. Foi show de bola! Agora adivinhem porque o restaurante se chama “Ilha do Netinho”?  Exatamente porque fica numa ilha onde o proprietário se chama Neto! Incrível né?
Jardim da Ilha do Netinho. Local lindo de ótimo bom gosto. Só não sei por que os animais são tão calados lá, esse ganso aí da foto não deu um piu.
Pegamos uma mesa de pista, neste deck de madeira onde o Rio Arinos passava em baixo. Muito agradável. O Alsemir só toma suco de maracujá e fica chateado quando não tem. Olha ele rosnando para o garçom.
Amigos esse almoço foi um banquete, não lembro ter comido um peixe mais gostoso do que a Matrinxã servida aí, simplesmente fantástica, o arroz branco com o pirão fizeram a combinação perfeita para acompanhá-la. Foi duro voltar ao trabalho depois, e de braguilha aberta, pior.
Preparativo para pescaria no Rio Arinos. Essa tarde valeu a viagem. Mas pra confessar, entrei na água para compor a foto e saí correndo, pois rola um tal de Jacaré por essas águas.
Os amigos Fernando e Alex no comando do Barco. Proporcionaram esse dia maravilhoso em Juara. Só navegar por esse Rio contemplando a natureza já valeu. Mas isso também serve de desculpa por não ter pescado nada.
Pescadores a postos. Olha a cara do Alsemir, fiquei na dúvida se ele estava se cagando ou só fazendo o “pantim” de ter fisgado um peixe.
Pôr do sol no Rio Arinos. Essa imagem estava acompanhada do barulho das águas, dos cantos dos pássaros e do harmônico ‘silêncio’ das matas, é um privilégio assistir esse espetáculo. Ficamos aí até o anoitecer quando os maruins começaram a picar a gente, e estávamos com repelente, mas acho que os bichinhos estavam cheirando o repelente no corpo da gente para lombrar, fiquei na dúvida se passamos repelente ou ‘atraente’ de mosquito.

NEW YORK

Imperdível. A Times Square é inesquecível.
Essa viagem aos EUA foi talvez a melhor da minha vida. A companhia de todos e o momento de cada um fez desses dias lembranças eternas.
Mas teve uma coisa a lamentar. Em 1998 não tínhamos câmeras digitais e as fotos não são boas, e olhe que o Picasa ajudou MUITO!  
Todinho, Flávio, eu, Ronaldo, Xande e Toninho no Manhattan Mall. Macharada tomando cerveja enquanto a mulherada passeava pelas lojas.
Vocês acham que com essa risadagem toda, qual foi o assunto do momento? Flávio expressou bem no seu gesto...
Todinho e eu nos esbaldando na neve em frente ao Hotel Milford Plaza na 8a. Avenida.
Atrás da gente vejam a placa "ONE WAY" que significa mão única. Claro que paguei o mico, já chegando na cidade, quando perguntei pro guia se aquela era a '1a. Avenida'. Ele riu e deu o silêncio como resposta.
Primeiros flocos de neve deste natal, em frente ao Hotel Milford Plaza, muito bom, excelente localização e preço justo.
Foi fácil identificar os matutos hospedados no hotel neste dia. Quando começou a cair a neve a matutada toda saiu correndo pra ver, inclusive eu.

Aklégia, Flávio, eu, Adriana, Toninho, Ana Flávia, Edmara, Ronaldo, Lyz e Xande jantando na noite de natal no finado Tavern on the Green, no Central Park.
Reservamos e pagamos antecipadamente desde o Brasil esse jantar. Tinha um atendimento excelente, uma linda garçonete não deixava nossos copos de água vazios. Ao final do jantar o preço de tanta gentileza doeu. Foi a água mais cara que já tomei na vida, e o pior é que todos nós achávamos que estava incluído no jantar, mas não estava. Ai!

Tradicional Árvore de Natal do Rockefeller Center. Ela é montada desde 1931.
Esse japonês aí do lado, olhou para nossa câmera com apenas 01 botão, o de tirar a foto, tirou a dele do bolso, fez um ar de riso e saiu. Uma humilhação! 


Pista de patinação do Rockefeller Center. Um burburinho incrível na época do natal.
Ficamos um tempão esperando tirar essa foto com tantas pessoas passando no local. Na hora que falei "agora!" o retratista deu o click, aí fiquei com essa boca de sapo cururu. Sacanagem!
Imperdível fazer uma caminhada contemplativa no Central Park.
Nesta época do ano as árvores ficam secas e suas folhas caem. Quando íamos chegando ao park, uma brasileira fez o seguinte comentário: "vixe, parece a caatinga do nordeste do Brasil". Era realmente igualzinho, inclusive o frio de menos dez graus.

Imperdível. Assistimos o Fantasma da Ópera na Broadway .
Neste espetáculo especificamente houve um diferencial. Todinho deu uma roncada num momento em que todo teatro estava em silêncio. Até ele próprio se assustou acordando com um pulo da cadeira, e as pessoas no seu entorno ficaram achando incrédulos que aquilo só poderia fazer parte do show, era a única explicação.
Edmara, Aklégia, Nena, Ana Flávia, Lyz e Adriana no Pier 21 com as Torres Gêmeas ao fundo.
Esse foi o maior frios de nossas vidas. Era um micro-ondas ao contrário, começava a gelar pelos ossos, as roupas não adiantavam de nada. Ô saudade de Mossoró!
Estátua da Liberdade ao fundo. Ícone de Nova Iorque, recebida de presente da França em 1886. Foi estruturada por Gustave Eiffel, o mesmo da Torre Eiffel.
O fotógrafo preferiu o céu aos nossos pés. Adriana ficou chateada de não mostrar sua botas chic's.
Biblioteca Pública de Nova Iorque, inaugurada em  1895 neste prédio suntuoso que tem mais de 3000 funcionários
Pense num frio que estava aí. Coloquei uma faixa no nariz porque ele já estava se quebrando, tinha virado uma pedra de gelo.
Flatiron Building, um dos primeiros arranha-céus de Nova Iorque, inaugurado em 1902 com 22 andares.
Quando eu e Adriana acabamos de tirar essa foto houve uma batida de carros atrás da gente, confesso que foi mais interessante ver a briga dos americanos discutindo em inglês do que contemplar a plástica do Flatiron... coisa de matuto mesmo.
Carnegie Hall, prédio construído em 1890 que fica na sétima avenida. A casa de espetáculo mais famosa dos EUA.
Passamos a noite em frente e tinha uma fila enorme para entrar. Um conterrâneo soltou a pérola: "eita, parece que vai rolar um forró aí hoje"... Era a orquestra Filarmônica de Nova Iorque.
Edifício Dakota, bela construção de 1884, famosa por ser o local onde morreu John Lennon.
Ficamos um tempo olhando para o prédio tentando imaginar a cena do assassinato. Tem cabimento isso? Parece que não tínhamos o que fazer...sei não viu...
abcs